sábado, 31 de agosto de 2013

Gente eu conheço várias pessoas que tem animais selvagens aqui está as fotos deles!!!!



      Pessoal vou falar uma coisa que vcs não vão acreditar eu tenho um beber leão!!!!!Aqui está a foto dele!!!!!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Os cães
A sua definição mais especifica é a de mamífero doméstico e familiar, da família dos canídeos. O seu tamanho, forma e pelagem variam em função da raça. Caracteriza-se por ter o olfacto e ouvidos bastante apurados. Emitem sons denominados por latidos.

As suas funções são muito diversas segundo as qualidades, tamanhos e carácter de cada cão. É um animal inteligente e leal ao seu amo, daí a sua fama de ser o melhor amigo do homem.
CãesCão
Nesta secção do Mundoentrepatas encontrarás uma lista completa de todas as raças de cães. Depois, efectuámos uma selecção de algumas raças conhecidas para que desfrutes conhecendo mais acerca das suas origens, seu carácter, os seus traços físicos, etc.

Também encontrarás uma galeria de fotos de cães onde poderás desfrutar da simpatia e alegria destes animais.
Acessórios para cães
As primeiras perguntas se surgem quando és dono de um cão pela primeira vez são que acessórios necessitará o nosso cão para ser feliz. E é porque sabemos que o cão, tal como nós, necessita de certas coisas para ser feliz e estar contente na sua nova casa. Para que tenhas tudo o que o cão necessitará, preparámos-te o seguinte artigo com uma serie de acessórios necessários e uns conselhos práticos. Esperamos que te seja útil.

Acessórios para a comida do cão

O cão come várias vezes por dia. O que necessita para o fazer? Pois necessita de uma tigela para a comida e outro à parte para a bebida. Estes acessórios deverão estar colocados num lugar fixo, que seja tranquilo que esteja separado das zonas de maior actividade da casa. Comendo, o cão pode atrapalhar-se e distrair-se, pelo que depois não come devidamente, o que faz com que quebre o seu equilíbrio alimentar. Também é conveniente que as suas tigelas estejam numa zona tranquila, para não o pôr nervoso enquanto come, algo que lhe pode tornar violento ao pensar que alguém lhe vai tirar a comida.

Não deve ser só num local tranquilo, deves assegurar-te que o tamanho e o material destas tigelas são as apropriadas para as características do cão.

Acessórios para o descanso

Falamos, claro, de uma cama. As características que deve reunir a cama são as seguintes: o mais importante é o sítio onde deves colocá-la. Tal como as tigelas de comida, estas devem ser colocadas num lugar tranquilo para que o descanso seja total. Colocar a cama num lugar de muita actividade é um erro comum que cometem muitos donos e que pode ser prejudicial para todos.

E é que a cama não serve só para o cão dormir. Há vezes que a nossa mascote quer estar só e tranquilo, pelo que a colocação é importante. O cão também precisa do seu espaço diário.
Se o cão vai ficar no jardim, a cama deve ser colocada num lugar especial, onde esteja protegido do frio, da chuva e de qualquer mudança meteorológica. O melhor é fazer uma casota. Esta deve ser de um tamanho apropriado, o suficientemente grande para que o cão possa mover-se nela sem problemas e sentir-se bem.

Acessórios para a sua diversão: brinquedos

São acessórios que podem não parecer essenciais, mas são. E é que os brinquedos são um entretenimento muito bom para o cão e os ajudam, entre outras coisas como a queimar energias. São especialmente importantes quando ainda são cachorros, pois adoram mastigar, morder coisas, … e nada melhor do que terem os seus próprios brinquedos, certo? Habituá-los a brincarem com os seus próprios brinquedos é o ideal. Sobretudo quando está sozinho em casa. Evitamos surpresas desagradáveis quando chegamos a casa.
Acessórios para cães

Agressividade canina
O que é certo é que devido ao seu temperamento, há raças mais propensas do que outras a mostrar agressividade, os comportamentos agressivos em casa (rosnares ou dentadas por exemplo), podem manifestar-se em todas as raças. Há que prestar muita atenção desde cachorro, pois é extremamente difícil corrigir um comportamento agressivo. Requer muito esforço e paciência.

A primeira coisa que devemos fazer é determinar se o comportamento agressivo é causado por medo ou se é mesmo do seu temperamento natural dominante. O tratamento será diferente dependendo da causa. Tenta resolver o problema sem a ajuda de um veterinário é possivelmente difícil. Por isso, o nosso conselho é que peça a sua ajuda.

A agressão pela dominância ou hierarquia é a mais corrente. O cão que manifesta este tipo dominância tende a usar um olhar desafiante a outros animais, com as orelhas tensas e para a frente. A sua cabeça permanece alta e rígida. Estes são sinais corporais. A agressão hierárquica pode surgir em exemplos de qualquer raça, sexo e em qualquer idade. Apesar de ser os machos não castrados os mais conflituosos. A raça pura são mais propensas para a agressão do que os cruzados.

A correcção da agressão hierárquica é difícil. Um veterinário pode ajudar-te a aplicar um programa de correcção ou recomendar-lhe um especialmente em comportamento canino. Para conseguir corrigir o problema de agressividade, podes seguir estes passos que te vamos mostrar agora:
  • Tenta evitar que as situações gerem agressividade.
  • Aplica técnicas de dessensibilização. Um exemplo será colocar gradualmente o cão em diversas situações conflituosas e ir acalmando-o.
  • Habitua o cão aos sinais de dominância. Esses sinais terão de ser lançados pelo seu dono. Por exemplo tirar-lhe a sua tigela de comida ou olhar fixamente.
  • Obriga o cão a que obedeça a ordens antes de recompensá-lo (brincando com ele ou acariciando-o, por exemplo).
  • Agressividade canina
  • Educação canina
  • A comida separada

    O cão deve comer antes ou depois dos seus donos para nunca os incomodar enquanto eles comem. E, claro, nunca dar mais comida a eles enquanto comem. É importante não ceder aos gemidos do cão. Fazê-lo vai dificultar a educação do cão em casa.

    O seu lugar de descanso

    O cão deve dormir no lugar escolhido para ele. É importante que este lugar não seja uma zona de passagem, pois ele tem de ficar tranquilo e que não se distraia. Quando o cão se portar mal, levem-no para o lugar de descanso sem mostrar agressividade, mas claro com autoridade e sem ceder.

    Dominância comunicativa

    Um tom de voz dominante é um tom de voz firme, sem gritos. Utiliza frases breves, para que o tom das frases não se torne monótono e diminua a convicção. Dever olhar fixamente para os olhos do cão à sua frente ou sobre ele mas não pode olhar para os olhos demasiado, pois pode achar que é uma provocação.

    Coleira desde cachorro

    Coloca-lhe a coleira desde pequeno. Ao princípio vai ser-lhe difícil adaptar-se: vai coçar, raspar, tentar libertar-se, … mas a pouco e pouco compreenderá que é necessário e vai aceitar. O seguinte passo é atar uma correia ou corda fina na coleira, de uma substancia que o cachorro não possa mordiscar. Deixa o cão estar com ela até que se esqueça. Uma vez que se adapte, utiliza a correia e ensina-o a seguir-te, falando constantemente. Se ele se opor, espera que se acalma e volta a tentar. Felicita-o quando conseguir.

    Ordens básicas

    Todos os cachorros devem conhecer certas ordens para aprender a obedecer. Estes devem ser clara, pelo que é importante utilizar sempre a mesma palavra (som) para o mesmo objectivo. Todos os treinadores utilizam ordens como “Em pé”, “Deitado”, “De pé”, “Vai dormir”, Sentado”, “Quieto”, “Anda” e “Chega”.

    Não saltar sobre os convidados

    É um comportamento habitual e difícil de tirar, mas é possível. Sai discretamente de casa e volta a entrar pela porta principal. Calma, o cão não tem uma grande noção do tempo e não vai compreender que acabaste de sair. Vai receber-te com os saltos habituais. Quando o fizer, ralha com ele em voz alta assim que saltar para cima. O “Chega” ou “Quieto” serão úteis.

    Quando ele voltar a colocar-se em quatro patas, inclina-te e coloca-o na posição sentada. Felicita-o. Começa de novo este exercício várias vezes. Recordamos que qualquer aprendizagem canina deve ser feita felicitando quando o comportamento é bom e vice-versa.
  • Educação canina

  • Imagens de cães
  • Apresentamos aqui algumas imagens de cães que tivemos a possibilidade de recolher. Belíssimas imagens de cães que derretem o coração a qualquer um.
    CachorrinhoCão
    Imagens de cachorrinosImagens de cães
    Imagens de um cão Shar PeiImagens de cães
    CãesCachorrinhos
As leoas
Seguramente que já ouviste a frase: “as mães defendem os seus filhos como leoas”. É que esse comportamento protector é muito característico destes felinos.
Assim como o leão é o símbolo do sol, da força e da coragem e é conhecido com o rei da selva, as leoas são o símbolo das deusas de Creta, Frígia, Síria, Mecenas, Trácia, Lícia e Esparta. Na Índia e no Tibete são o símbolo da terra e da maternidade. As leoas representam a força, a vigilância e o instinto protector.
A sua principal característica física para diferenciar dos machos é que não têm qualquer juba. Geralmente têm crias duas vezes por ano. As suas ninhadas têm em média entre duas a quatro crias e o período de gestação dura cerca de 100 dias.
Todas as crias da manada são criadas juntas. As leoas deixam que as crias de outras se alimentem delas até aos três meses, que começam a comer carne. As crias não são consideradas adultas até aos três a quatro anos de idade.
As leoas
As leoas estão encarregues de trazer o alimento à manada e portanto, de caçar. Enquanto elas caçam, deixam as suas crias com as leoas mais jovens. Normalmente são duas leoas que se aproximam a um animal, enquanto as outras se escondem e esperam pelo momento para atacar. Em caso do animal escapar ao primeiro ataque, são elas que passam à acção.
Os estudos realizados demonstram que as leoas conseguem um caça com êxito em uma em cada quatro oportunidades. Os machos esperam que as leoas terminem a caça para dar-lhes de comer primeiro.
Quando as fêmeas tenham criado as suas crias, normalmente podem continuar na manada, a não ser que haja muitas fêmeas e não haja sítio para ficarem. As que são banidas de uma manada não serão mais admitidas por outra manada. A única possibilidade é se forem mais do que uma, unem-se e criam a sua própria manada.

Comportamento dos leões
A manada de leões pode variar muito em função do número que a forma. Este número de integrantes pode estar entre os 5 e os 36 exemplares.
É normal que a manada se separe em diferentes grupos, que torna possível propagar-se e formar novas manadas.
Geralmente, as fêmeas não abandonam a manada, enquanto os machos, especialmente quando são jovens assim o fazem. Nesse sentido, a sua vida é uma pouco nómada até que se tornem adultos e tenham que enfrentar outros machos para dominar uma manada.
O tamanho do território que pode uma manada de leões ocupar varia segundo o número de presas que habitam nele. Portanto, pode ser áreas entre os 20 e os 400 km².
Tanto os leões como as leoas marcam o seu território mediante uma essência na vegetação ou por ruídos que emitem.
A caça é realizada pelas fêmeas ao anoitecer. A técnica que seguem é a de aproximarem-se da sua presa até estarem a uma distância que lhes permite perseguir em grande velocidade e assim podem alcançá-la em grande velocidade de derrubá-la. Quando tem a presa entre as suas garras, a forma de matá-la é através da asfixia, mordendo o seu pescoço.
Até lá o leão espera impacientemente pela comida. Um leão pode comer até cerca de 40 kg de carne de uma vez só.
Os leões são polígamos, ou seja, podem acasalar com várias fêmeas à vez, enquanto as fêmeas têm crias apenas a cada dois anos. Acontece uma vez por ano no caso de os leões estarem em cativeiro.
Comportamento dos leões
Os leões
Classificação científica: o leão pertence à família dos felinos, dentro da ordem dos animais carnívoros. O seu nome técnico é “Panthera Leo”. A sua pelagem tem tons amarelados e avermelhados. A sua cabeça é grande, com dentes e unhas fortes. A sua cauda é comprida.
Pela sua espectacularidade e vigor, o leão é conhecido durante séculos como “o rei da selva”. Antigamente, os leões estavam distribuídos por toda a África, Europa, Irão e pela Índia. O seu habitat natural sofreu reduções devido em grande parte pela acção do homem em relação à ocupação das savanas.
Os leões, como outros membros dos felinos, têm um excelente sentido de visão e de audição, que têm especial importância aquando na localização de presas. O papel que desempenha o macho na manada é de protector de território e das fêmeas. O macho caracteriza-se pela sua juba á volta do pescoço. Esta juba serve para dar-lhe uma imagem mais feroz sem aumentar o seu peso e até amortece certos golpes.
As disputas entre dois leões geralmente não acabam em luta visto que o leão que se encontra em desvantagem assim que dá conta disso, retira-se. A quantidade de alimentos que os leões necessitam geralmente está sobre os 7 kg se forem machos e os 5 kg no caso das fêmeas. A maturidade sexual nos leões inicia-se a partir dos 24 a 28 meses de idade se estiver em cativeiro e nos 36 a 40 meses se estiver em liberdade.
As fêmeas são receptivas ao acasalamento mais do que uma vez por ano e dura cerca de 3 a 4 dias. O período de gestação é de 100 dias, portanto as crias são muito pequenas quando nascem. A mortalidade das crias é bastante elevada, pois 80% não alcança os dois anos de idade. A fêmea voltará a acasalar quando as suas crias tiverem dois anos.
Se toda a ninhada morrer, a fêmea vai acasalar pouco depois da última cria falecer. Existem caso em que os machos chegam a uma manada e matam as crias que não são deles. Isto é devido ao facto de isto tornar a fêmea mais receptiva a ele e assim poder deixar descendência própria.
Os leões
Características dos leões
O habitat deste animal é em África (savanas e planícies) e na Ásia (interior da selva). Normalmente se juntam em manadas, formadas por várias fêmeas e com um ou vários machos dominantes, apesar de também poder acontecer o facto de haver manadas com vários machos que não conseguiram o domínio de uma manada de fêmeas ou várias fêmeas banidas que se unem para sobreviver.
Os leões têm corpos musculosos e compridos. As suas cabeças são grandes e as extremidades relativamente curtas. Os leões são animais robustos, com um 2 metros de comprimento e uma cauda que chega até mais um metro. O seu peso oscila entre os 150 e os 240 kg no caso dos machos e entre os 125 e os 180 kg no caso das fêmeas.
Em geral, a sua vida dura até aos 15 anos se viverem na natureza ou até aos 25 anos (ou mais) se viverem em cativeiro. Nos machos a cabeça e o pescoço estão cobertos por uma juba que pode extender-se até aos ombros e barriga.
Os leões melhor alimentados apresentam jubas mais vastas e espessas. A cor desta joba varia desde o preto até ao castanho claro. As fêmeas, pelo contrário, não dispõem desta juba e a sua pelagem é de cor castanho claro.
São animais carnívoros e que geralmente alimentam-se de grandes mamíferos, apesar de também alimentarem-se de mamíferos mais pequenos, aves e répteis. As suas armas como predador se baseiam nas suas mandíbulas fortes e pelas garras das suas patas. O som característico dos leões é o rugido, que pode ser escutado por uma pessoa a uma distância entre os 5 e os 9 km de distância. Este som é característico quando os leões saem para caçar, normalmente ao anoitecer, ou quando a caça foi frutífera.
Passam umas 3 horas diárias tentando conseguir alimento. O resto do dia é passado a dormir e descansando. Os búfalos e as hienas são considerados seus inimigos. Os leões têm um bom ouvido e uma boa visão.

Características dos leões
Os lobos
O seu nome científico é canis lúpus. Os lobos pertencem à família dos canídeos, dentro dos mamíferos carnívoros. Esta família também é constituída outros animais como o cão, o coiote e os chacais entre outros. As características mais distintivas destas animais são os dentes compridos que sobressaem quando abrem a boca.
Os seus cérebros estão bastante desenvolvidos comparado com o resto dos animais, pelo que geralmente os tornam mais inteligentes. São animais predadores, pelo que o seu físico está adaptado para tal. Têm dentes fortes e afiados e poderosos músculos nas suas patas. O seu comprimento é de cerca de um metro a metro e vinte centímetros. A sua altura fica entre os 60 e os 70 centímetros.
Os lobos
As fêmeas normalmente são um pouco mais pequenas do que os machos. O peso destes animais selvagens oscila entre os 30 e os 50 kg e pode chegar a viver uns 15 a 16 anos. Normalmente, existe uma relação inversa entre a temperatura ambiente e o tamanho dos animais de sangue quente, pelo que as regiões mais quentes terão animais mais pequenos do que as regiões mais frias.
Isto pode explicar o porquê das variações de tamanho que existem entre as diferentes subespécies de lobos. No total em todo o mundo estão confirmadas a existência de cerca de 32 subespécies de lobos. Estas podem ser agrupadas em 4 grupos: Lobos brancos, Lobos cinzentos, Lobos vermelhos e Lobos pardos.
Comportamento dos lobos
A espécie de lobos é considerada como a super predadora. Isto significa que não tem competência externa de outros animais que determinem a sua população. Por isso, o seu nível de crescimento dependerá exclusivamente pela quantidade de alimento de que disponham ou as possíveis doenças que afectem os seus membros. Os lobos são animais sociáveis, vivem em grupos ou alcateias. Dentro de cada grupo existirá uma hierarquia interior que dirigirá o comportamento dos seus membros.
A existência destas alcateias têm como objectivo a sobrevivência. Também existem casos de lobos solitários, que procuram outros lobos ou outras alcateias para integrarem-se. Os lobos geralmente têm uma camada por ano, apesar de às vezes haver o caso de terem duas. Têm entre 3 a 8 crias de cada vez. A amamentação dura um mês e as crias são alimentadas por qualquer fêmea da matilha, sejam as suas mães ou não. Durante esse tempo, a fêmea alimento a cria e o lobo alimenta a fêmea.
Quando as crias cumprirem três meses, passam a ser considerados lobos jovens. Ao ano e meio de idade são considerados finalmente lobos adultos. A hierarquia dentro de cada matilha é marcada logo desde do princípio. Uns exemplares mandam no resto, normalmente pelo seu físico e pelo seu carácter. Esta ordem também é seguida na altura da escolha da alimentação e na produção.
De resto, se existem crias que são muito mais débeis do que os outros, a mãe pode chegar a rejeitá-los. Dentro de cada sexo também existe uma hierarquia. Os das posições mais altas são conhecidos como “alfa”, os seguintes “beta” e assim sucessivamente, até chegar aos últimos que são conhecidos como os exemplares “ómega”.

Comportamento dos lobos
Matilhas de lobos
A principal actividade que se leva a cabo numa matilha é a caça. As tarefas estão designadas previamente por cada indivíduo. Uma das vantagens dos lobos é a sua resistência, por isso, na altura de caçar será o seu trunfo para chegar perto da sua presa e capturá-la.
Quando caçam, os lobos não ladram como fazem os cães. Desta forma pode-se determinar-se quem ataca rebanhos em determinadas zonas.
Alguns estudos revelam que os lobos são monógamos. Dentro de cada matilha, o par alfa será quem se vai reproduzir. O resto dos lobos da matilha não se reproduzirá a não ser que ocupem o posto dominante.
Quando a matilha se tornar muito grande, se cria uma separação natural para alguns exemplares que separam e formam uma nova noutro território. Também existem casos de lobos solitários que vivem procurando uma nova matilha que lhes aceitem.

Matilhas de lobos
Lobo Ibérico
O nome científico do lobo Ibérico é de canis lúpus signatus e é uma subespécie do lobo pardo que vive na península Ibérica. A sua cor predominante é o pardo, apesar de existirem exemplares de tons avermelhados ou inclusive mais escuros. Os lobos ibéricos mais jovens se distinguem por ter uma cor mais acinzentada, especialmente no Inverno.
O peso médio de um lobo Ibérico ronda os 40 kg se trata-se de um macho e 30 kg se for fêmea. Outro traço físico que serve para diferenciar o sexo desta raça é o tamanho da sua cabeça. A dos machos é bastante maior do que a das fêmeas.
As principais características do lobo Ibérico, em relação ao lobo Europeu são várias. Normalmente trata-se de marcas ou manchas, por isso o seu nome “signado” que significa “marcado”.
As manchas brancas nas laterais do focinho também são chamadas bigodes. Nas patas da frente têm um risco vertical de cor preto. Na zona das costas tem uma mancha escura. Também se chama “sela”. A cauda também tem uma marca escura.
Na Espanha existem diferenças nas datas de reprodução dependendo da latitude da zona. Um exemplo disso é que na Serra Morena os partos acontecem um mês antes do que na zona da Cordilheira Cantábrica. A maturidade sexual é alcançada pelas fêmeas aos cinco anos de idade, apesar de ser normal que tenham crias quando cumprem dois anos. Também pode reproduzir-se antes de cumprir um ano, mas não é tão habitual.
As fêmeas melhor alimentadas terão um maior número de crias. De qualquer das formas, a média em Espanha fica entre as 5 e as 6 crias.
Lobo Ibérico
Os ursos
Os ursos têm um grau parentesco com os cães, mas são muito maiores e não têm cauda. Por esse motivo, a sua aparência pode ser de um animal dócil, mas na realidade é exactamente o contrário.
São animais perigosos e agressivos. São capazes de matar pessoas com uma só pancada.
Os ursos são grandes animais, corpulentos e pesados. O seu ouvido e a sua visão estão menos desenvolvidos do que o seu olfacto. Na realidade tem uma cauda curta que raramente ultrapassa os 12 cm.
São maioritariamente herbívoros, apesar de as vezes comerem carne. No caso do uso polar existe uma excepção na sua dieta à base de focas. A maioria dos ursos, excepto o urso-malaio e o urso-beiçudo, alimentam-se de dia. O nascimento dos ursos tem a ver com as estações do ano em diferentes zonas (excepto no caso dos trópicos).
Trata-se de uma espécie promíscua e os territórios dos machos geralmente ficam juntos com os das fêmeas. Utilizam poucos gestos e sons para comunicarem. De resto, os zoólogos ainda não conseguiram demonstrar se as orelhas em ponto ou para trás têm algum significado próprio.
Nas espécies em que os ursos se juntam com parceiros estáveis, o macho supera em peso a fêmea entre uns 10-25%, enquanto em espécies em que os ursos devem lutar para conseguir várias fêmeas, os machos podem pesam entre 20 a 100% mais. A gestação é curta, apesar de parecer mais longa devido à implantação do óvulo fecundado que demora um pouco mais de tempo.
Normalmente têm entre uma a três crias, que nascem praticamente nuas e pesando entre 200 a 700 gramas.
Os ursos que vivem em zonas mais frias têm um período de letargo Invernal onde têm as crias.
A temperatura do seu corpo e o pulso não descem pois não é uma hibernação real, mas não comem durante esse tempo, sobrevivem da gordura acumulada durante o Outono.
Ao nascer, as crias são tão pequenas que não conseguem regular a temperatura do seu corpo. Por isso, nascem e permanecem no covil.
Os ursos
Espécies de ursos
A primeira vez que apareceu um urso, o seu tamanho era semelhante a de uma raposa. A pouco e pouco a evolução foi tornando esta espécie mais corpulenta, aumentando o seu peso gradualmente.
Os ursos são mamíferos que pertencem à ordem dos carnívoros, dentro da família ursidae. As espécies que sobrevivem actualmente estão divididas em três grupos: a subfamília ursinae que inclui o urso-polar (Ursus maritimus), urso-pardo (Ursus arctos), urso-negro (Ursus americanus), urso-beiçudo (Melursus ursinus), urso-negro-Asiático (Ursus thibetanus) e o urso-malaio (Helarctos malayanus), a subfamília Tremarctinae, cujo único representante é o urso-de-óculos (Tremarctos ornatus) e a subfamília Ailuropodinae cujo único representante é o panda (Ailuropoda melanoleuca).
Destas oito espécies, cinco são omnívoras (urso-negro, urso-pardo, urso-malaio, urso-negro-Asiático e urso-de-óculos).
As outras três se diferenciam no facto de urso-polar ser basicamente carnívoro, o panda herbívoro e o urso-beiçudo insectívoro.
Apesar destas características gerais, esta espécie pode consumir outros alimentos em função da disponibilidade em cada momento.
Em todas as espécies existe o dimorfismo sexual, ou seja, o macho é sempre maior do que a fêmea.
O urso-malaio é o de menor tamanho, juntamente com o urso-negro-Asiático. As espécies de ursos vão aumentando de tamanho a partir do urso-negro, passando pelo pardo, até ao urso-polar, cujos machos podem chegar a pesar mais de 800kg. As espécies de maior tamanho são o urso-polar e o urso-pardo.
Actualmente, encontramos ursos na América, Europa e Ásia. Os ursos-de-óculos são a espécie com presença mais significativa no hemisfério sul.
Os ursos são como muitos outros animais, espécies em perigo de extinção. Hoje em dia cinco espécies de ursos se encontram muito ameaçadas devido principalmente a acções associadas com os humanos.
O urso-negro-asiático: é vítima do tráfico internacional de partes de ursos no mercado ilegal da medicina tradicional Chinesa. Hoje em dia, a sua população está quase extinta no Japão e no sudeste da Rússia.
O urso-de-óculos: hoje em dia é perseguido por falsas crenças e é um dos ursos mais ameaçados do mundo.
O panda: actualmente restam menos de 1000 exemplares em estado selvagem.
O urso-polar: não está ameaçado mas a sua conservação depende de uma vigilância extrema e do cumprimento de acordos internacionais.
Espécies de ursos
O urso-pardo: em algumas regiões está perto da extinção, como é o caso da Europa Ocidental e o sul da Ásia. No México desapareceram a meados do século XX. A nível mundial está fora de perigo.
O urso-beiçudo: a medicina tradicional Chinesa indica que eles têm poderes curativos em certas partes do seu corpo, pelo que fez com que diminuíssem drasticamente a sua população.
O urso-malaio: o seu estado actual é desconhecido, mas devido à destruição do seu habitat, ao tráfico de ursos e aos caçadores furtivos pressupõe-se que se trata de outra espécie ameaçada.
Panda vermelho
O panda vermelho trata-se de uma espécie de urso pequena e assemelha-se um pouco a um gato ou a uma raposa devido à sua cor e características físicas, pelo que também são conhecidos por gato-de-fogo, por exemplo
Este provém essencialmente da China e podemos encontrá-los em zonas onde exista uma abundância de bambu. Ele come principalmente bambu, mas também poderá comer ovos e outros mamíferos de pequeno tamanho.
Panda vermelhoPanda vermelho
Actualmente não existem muitos exemplares. É proibida a caça destes animais contudo muitos caçadores ainda os procuram devido à sua cor exótica e raridade, daí ser uma espécie especialmente protegida.
Pandas
Os pandas são uma espécie reconhecida a nível mundial, possivelmente porque estão em perigo de extinção, entre outras coisas.
O nome do panda se dá a duas espécies da ordem dos carnívoros: o panda-vermelho e o panda-gigante, que é mais conhecido devido às suas cores branco e preto. Normalmente mede cerca de 1,80 m.
Estes pandas vivem em regiões montanhosas no este do Tibete e no sudoeste da Cinha. O panda é um animal tímido e pacífico. Tem a sua origem da China e foi descoberto no ano de 1869.
É um animal omnívoro, come talos e ervas até aves, peixes e roedores. Mas o seu alimento preferido é o bambu. As suas necessidades o obrigam a comer uns 14kg de bambu por dia, o que ocupa umas 12 horas.
Os pandas em liberdade vivem cerca de 15 anos, enquanto em cativeiro vivem até aos 30 anos. Os pandas são uma das mil espécies de animais que se encontram em perigo de extinção. Possivelmente seja a imagem do animal em extinção por excelência.
As principais causas do perigo do panda é a dificuldade para reproduzir-se quando estão em cativeiro, em parte devido à sua extrema timidez e pela destruição do seu habitat natural ao tirar-lhe milhares de hectares das florestas de bambu.
Outra causa importante do seu desaparecimento são os caçadores furtivos, que existem apesar das punições impostas pelo governo Chinês no caso de se caçar ilegalmente um panda (cadeia perpétua).
Pandas
Urso-beiçudo
rata-se de um urso Asiático que podemos encontrar principalmente na Índia, contudo existem outros países onde este animal habita, mas sempre na floresta. É o único que está dentro do género Melursus, tornando-o numa espécie muito curiosa.
Urso-beiçudoUrso-beiçudo
A cor da sua vasta pelagem varia entre o castanho e o preto, enquanto o seu peito é mais claro. É o típico urso que come mel, mas também se alimenta de plantas e carne de animais pequenos. Não é raro vê-los a comerem pássaros e os seus ovos.
Urso-de-óculos
Esta raça apenas está atrás do panda gigante nas raças de ursos em vias de extinção. O urso-de-óculos provém do sul da América e tem uma pelagem de cor de creme . Em termos de alimentação este é quase completamente vegetariano, contudo come também alguns insectos e mamíferos pequenos tal como grande parte dos ursos.
O peso do macho é bem diferente do que do da fêmea. Enquanto os machos conseguem chegar aos 120 quilos, as fêmeas normalmente atingem metade desse peso, sendo assim fácil distinguir ambos os géneros dos ursos-de-óculos.
Urso-de-óculosUrso-de-óculos
Outra grande diferença entre um macho e uma fêmea é a sua atitude perante a presença de um humano. Os machos são muito meigos para as pessoas, enquanto as fêmeas não hesitam em atacar se acharem que as suas crias estão em perigo.
Urso-malaio
O Urso-malaio é uma das espécies de ursos que poderemos encontrar ao visitar a Ásia, mais propriamente o sudeste da Ásia. Os residentes desta área também o apelidam de urso-dos-coqueiro. A sua pelagem é de cor escura e de tamanho reduzido.
Urso-malaioUrso-malaio
É uma raça que gosta muito de subir às árvores para apanhar alimentos como frutos e até o clássico mel que sabemos que os ursos gostam. Em termos de tamanho, ele pode chegar até ao metro e meio de cumprimento
Urso-nandi
Trata-se de um animal cuja existência ainda não foi provada, contudo existem muitas histórias e relatos desta raça ter sido vista em África. É conhecido por vários nomes diferentes em países Africanos diferentes, contudo o nome mais popular é mesmo de urso-nandi.
Alguns caçadores afirmam que este animal é muito semelhante a um urso (daí o nome), com cerca de metro e meio de comprimento, de cor castanha e tem a capacidade subir às árvores para evitar os perigos.
Não se sabe bem se trata-se realmente de um urso ou de alguma espécie de macaco, ou até algum exemplar da antiga hiena gigante que já se encontra extinto à muito tempo. As nossas imagens desta raça são apenas ilustrativas, criadas de acordo com as características detalhadas por quem indica que já viu este animal.
Urso-negro
Trata-se de um urso que pode ser encontrado no norte da América. É um animal que nada muito bem e a velocidade pode chegar aos 50 km por hora. Existem ursos-negros que conseguem chegar aos 40 anos de idade, mas é muito comum não ultrapassarem os 20.
Urso-negroUrso-negro
Em termos de tamanho, este pode chegar aos 2 metros de comprimento, enquanto seu peso ronda os 350 quilos dependendo do género. Apesar do seu aspecto, mais de metade da sua dieta é à base de vegetais. O tipo de carne que consome é normalmente de pequenos mamíferos.
Urso-negro-asiático
Pelo que podemos ver pelo nome do animal, trata-se de um urso proveniente da Ásia. Também o pode chamar de Himalaio ou Tibetano, pelo que nos dá uma ideia da sua distribuição geográfica do urso-negro-Asiático.
Urso-negro-asiáticoUrso-negro-asiático
É um animal conhecido por ter garras muito afiadas e a sua pelagem é escura, sendo esta mais clara no peito. Em termos de tamanho, pode ter até um metro de altura e um peso muito variável, sendo que 200 quilos é o limite (mas não absoluto).
Urso-polar
O urso-polar, também conhecido como urso-branco é, pelo seu tamanho, o dono das terras do Árctico. O seu parente mais perto é o urso-pardo. As diferenças entre ambas as espécies estão determinadas pelas adaptações de cada um ao seu meio. Devido à adaptação nas zonas frias, a pelagem do urso-polar aclarou-se, sendo mais espessa e impermeável. As plantas dos seus pés estão recobertas de pêlo para poder deslocar-se sobre as superfícies geladas.
O urso-polar é um animal ágil na terra e na água. Pode nada a uma velocidade de 10 km/h e pode inclusive dormir na água.
Também é capaz de escalar zonas geladas de difícil acesso.
Geralmente é um animal solitário. Quando chega o frio ele hiberna num covil que ele próprio escava na neve. O seu alimento principal é as focas, sobretudo no Inverno Na época de Verão ele torna-se quase vegetariano.
Devido às mudanças climatéricas, esta espécie de ursos pode ser muito afectada A temperatura da zona aumenta duas vezes mais depressa do que do resto do planeta e o gelo do oceano Árctico se derrete numa média de9% a cada 10 anos. De momento existem uns 25000 exemplares em todo o mundo, dos quais entre 3000 a 5000 se encontram no Árctico Europeu.
Ao mudar o seu habitat, este urso pode adaptar-se às novas condições climatéricas, mas é uma mudança que não podemos assegurar, e alguns estudos revelam a possibilidade da sua extinção no ano de 2100.
Urso-polar
Ursos-pardos
Os ursos-pardos ibéricos são os mais pequenos do mundo, pois os machos raramente passam os 180 kg e as fêmeas pesam cerca de 130-140 kg. As variações de peso nos ursos dependem em grande parte à abundância de alimento e da estação do ano. A sua pelagem varia entre o creme pálido e a cor pardo escura, mas sempre com uma cor quase preta nas patas.
O urso-pardo é um dos poucos animais capazes de se pôr em duas patas. Isto acontece em ocasiões especiais como em lutas, visto que a sua posição natural é de quatro patas. A alimentação do urso-pardo se baseia em frutos, folhas e rebentos, mas depende muito das condições do seu habitat.
Todos os movimentos que o urso realiza o fazem em função da procura de alimento. Assim, a sua hibernação vem determinada pela escassez de comida. Entre os poucos ursos que vivem em Espanha, divide-se em três zonas:
Zona ocidental, que compreende em Astúrias, Castilla león e Galiza (60 exemplares), zona cantábrico oriental (20 exemplares) e zona pirenaica (menos de 5).
Na época do cio, os machos marcam o seu território marcando as árvores com arranhadelas e esfregando-se de forma a deixar o seu odor.
Os ursos são animais solitários e apenas se juntam na altura do cio.
As fêmeas alcançam a maturidade sexual entre os 3 e os 5 anos de idade.
Ursos-pardos
Geralmente têm de uma a três crias e entre uma criação e outra passam cerca de 3 anos. Os ursos-pardos são animais polígamos. A gestação dura entre 8 a 10 semanas e as crias nascem durante a hibernação da mãe. Nascem sim pêlo, cegos, sem dentes e pesando aproximadamente meio kg.
Aos três meses de idade começam a ingerir outros alimentos para além do leite materno, até fazerem um ano.
Quando as crias têm quase 2 anos, a ursa os abandona, mas as crias ficam juntas durante mais um ano.
As principais causas que põem o urso-pardo em perigo são a destruição dos seus habitats naturais e os caçadores furtivos. Os incêndios florestais também destroem os seus ecossistemas.
Desde 1973 a espécie está protegida e a sua caça proibida em todo o território Espanhol. Em Espanha, este declarada com espécie em perigo de extinção.